Dark Sector

por Amortax

Nada como um bom jogo de ação em 3ª pessoa, certo? Bem, isto depende da sua preferência, claro. Vamos ver este jogo daqui, por exemplo.

Hayden com sua fiel Glaive.

Misture Gears of War com seu sistema de cobertura, um pouco de ficção científica, e Resident Evil 4 com seus seres que lembram zumbis/aliens e uma boa historia. Adicione agora um pouco mais de ação, ambientes escuros e jogabilidade. Pronto: Dark Sector.

Mas o que o torna tão diferente assim de incontáveis jogos semelhantes? Seu protagonista. Em Dark Sector, você controla Hayden Tenno, um agente amoral especializado em “limpezas” contratado pela CIA. O mesmo sofre de uma doença chamada insensibilidade congênita à dor. Ao ser enviado para uma missão num complexo militar, é infectado por um composto biológico, que deveria matá-lo devido a loucura que tal “dor excruciante” causa. Porém, isto não ocorre, e ele sofre uma severa mutação no braço direito, criando assim uma arma que lembra uma shuriken de 3 prolongamentos, mas maior, e que sempre retorna quando lançada. É chamada de Glaive.

O sistema de saúde (HP) do jogo é um dos mais usados atualmente, o de “HP infinito”. Não há barra de HP, numeração, nada do gênero. Ao tomar dano, a tela vai perdendo saturação (ou seja, ficando sem cor), e ganhando uma certa nitidez. Caso consiga encontrar cobertura, seu HP se recuperará gradativamente. E, só para lembrar, Hayden não tem fôlego infinito.

Hayden fazendo uso do elemento fogo.

A Glaive pode parecer estranha a primeira vista, mas é uma arma formidável. Seu maior propósito é o combate à distância, mas também é letal quando usada em combates corpo-a-corpo. Ela pode ser usada para decapitar inimigos escondidos, para executar oponentes que não sabem de sua presença e também serve para adquirir/usar itens distantes (por exemplo, munição que se encontra além do campo de batalha). Outro charme do jogo são as habilidades do protagonista. Para derrotar seus adversários e ultrapassar os obstáculos impostos, ele contará não somente com sua Glaive, mas também com um “escudo” de energia, invisibilidade temporária e até liberar energia elemental (uma explosão elétrica, por exemplo) Com o passar do tempo, mais e mais habilidades são “destravadas”, e Hayden torna-se mais letal. Seus inimigos, porém, crescem junto com ele. Espere lutar sozinho contra hordas de soldados bem treinados, seres infectados que surgem aos montes (invisíveis ou não), tanques e helicópteros. Além, é claro, de super-soldados.

Inimigos não faltam!

Os gráficos de Dark Sector não são excelentes, mas muito bons. E o ambiente é algo soberbo, como já foi dito antes. Andar sempre esperando um ataque inimigo, e sendo surpreendido vez ou outra é algo realmente bom. Quanto ao som, nada a reclamar. O único problema de Dark Sector é, como a maioria dos jogos de ação, a repetitividade. Quer dizer, cometer genocídio virtual é algo incrível, mas tem horas em que isto se torna repetitivo. Acho que ainda estou para conhecer algum jogo moderno que não seja repetitivo (pelo menos do meu ponto de vista).

O mais incrível é que este jogo era pra ser uma sequência de Unreal Tournament, mas acabou saindo da teoria e ganhando “vida própria”. Sorte nossa, não?

Até o próximo jogo,

Amortax.

~ por Amortax em sexta-feira, 10 julho, 2009.

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